SÍNDROME METABÓLICA EM ATLETAS PRATICANTES DE BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS

Autores

  • Denize Ferreira Centro Universitário Goyazes
  • Waldemar Naves do Amaral UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

Resumo

Objetivos: avaliar a importância da atividade física como promotora de saúde em pessoas portadora de deficiência física (cadeirantes); comparando os fatores de risco para SM entre atletas e não atletas. Material e Métodos: estudo caso controle, transversal, descritivo, quantitativo, através de avaliação física de 2 equipes de basquete em cadeira de rodas no ano de 2020. Resultados: Amostra composta por 60 participantes, 30 atletas com idade média de 35,67 anos (±9,78) e 30 deficientes não atletas com idade média de 38,63 anos (± 9,90); perfil antropométrico e bioquímico: IMC maior (p 0,002) no grupo não atletas (23,24 ± 3,39) e atletas (20,55 ± 3,11); cintura abdominal maior (p 0,008) no grupo não atleta (98,96 ± 16,20 ) comparado ao atleta (88,14 ± 11,70 ); PAD maior (p 0,011 ) no grupo não atleta (92,20 ± 13,10) em relação ao grupo de atleta (83,67 ± 9,12); HDL média relativamente maior (p 0,005) no grupo atleta (45,37 ± 8,47 ). Conclusões: O perfil clínico-laboratorial de cadeirantes não atletas apresentou alterações na cintura abdominal, IMC, PAD e HDL. Houve significativa diferença quanto a SM entre cadeirantes atletas e não atletas, onde o perfil lipídico, peso aumentado e pressão arterial diastólica estiveram em condições piores no grupo não atletas.

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Publicado

2025-10-16

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